Para garantir as três faixas de trânsito na rodovia BR-316, no sentido Belém/Marituba, na Região Metropolitana, o Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM) alargou a pista, abrindo mais uma faixa para os veículos no trecho em que houve a redução de uma faixa devido à primeira etapa da construção do corredor do BRT Metropolitano. A ação faz parte do planejamento estratégico do governo do Estado, a fim de minimizar os transtornos para os usuários da rodovia durante os trabalhos.

A pavimentação no trecho que estava sem asfalto foi realizada na madrugada de terça-feira (7), na altura do KM-05, momento em que o fluxo na rodovia é menor, permitindo a execução do trabalho sem afetar o tráfego de veículos. De acordo com o diretor-geral do NGTM, engenheiro Eduardo Ribeiro, “medidas como essa serão adotadas sempre que possível no decorrer da obra. Se buscará alternativas de manter a capacidade da via para o fluxo atual”.

Ainda como ação de segurança, o NGTM intensificou a sinalização na faixa de pedestres existente naquele trecho para orientar os motoristas, como parte do plano que segue as orientações do Departamento de Trânsito do Pará (Detran), órgão gestor do tráfego nos primeiros 18 quilômetros da rodovia.

Etapas da obra - A construção do corredor do BRT Metropolitano iniciou na última sexta-feira (03), e será executada em três etapas. A primeira compreende o trecho entre o viaduto do Coqueiro até a altura do KM-07, próximo ao Instituto Evandro Chagas, numa extensão de 2,2 km. O trabalho será dividido em subtrechos de cerca de 500 metros, com o objetivo de evitar extensos estrangulamentos na via, já que é necessária a redução de duas faixas, uma em cada sentido.

Os outros dois trechos que vão receber a estrutura para o corredor de ônibus exclusivo são: entroncamento até o viaduto e, da altura do KM-07 até o Terminal de Integração de Marituba, no KM-10.8. A previsão é concluir todo o corredor de 10.8 km até o final do próximo ano.

Paralelamente, serão executadas outras etapas das obras que visam requalificar a rodovia e criar condições de implantar o sistema integrado de transporte, e assim beneficiar cerca de 2,5 milhões de pessoas que moram na Região Metropolitana de Belém.

“É importante a compreensão de todos os usuários da via, pois o objetivo é que, após as intervenções na BR, tenhamos outra condição de mobilidade urbana com mais harmonia no tráfego, gerando conforto e segurança. Mas até chegarmos lá, teremos de passar por alguns transtornos durante a execução da obra”, informou Eduardo Ribeiro.

 

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